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quinta-feira, 3 de junho de 2021

Papiloma Vírus Humano - HPV - Vírus baixo e alto potencial oncogênico

 

 

1.1.9.4 - AULA INTERATIVA ABERTA. Virologia: Condiloma acuminado – Agente etiológico: HPV (Papiloma Vírus Humano). HPV (papiloma vírus humano) e verrugas venéreas (condilomas acuminados). – Diagnóstico.

 

https://youtu.be/rqQwQc1zYx8

 

 

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1.1.9.4.1 - AULA INTERATIVA ABERTA. Virologia: Condiloma acuminado – HPV (papiloma vírus humano) e verrugas venéreas (condilomas acuminados) – Tratamento.

 

A transmissão do vírus se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma é pela via sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. Assim sendo, o contágio com o HPV pode ocorrer mesmo na ausência de penetração vaginal ou anal. Também pode haver transmissão durante o parto. Não está comprovada a possibilidade de contaminação por meio de objetos, do uso de vaso sanitário e piscina ou pelo compartilhamento de toalhas e roupas íntimas. A partir do contato com o HPV podemos ter três formas de infecção: a latente, onde se detecta o DNA do vírus, sem qualquer alteração morfológica do epitélio; a subclínica onde se diagnostica alteração citológica ou histológica induzida pelo HPV; a clínica que é a presença das verrugas, onde a própria mulher detectará a doença.

 

https://youtu.be/x5DILu9MVdo

 

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1.1.9.4.2 - AULA INTERATIVA ABERTA. Virologia: HPV: transmissão, sintomas e tratamento.

 

https://youtu.be/r1VHCCJw3MI

 

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1.1.9.4.3 - AULA INTERATIVA ABERTA. Virologia: Condiloma no Ânus! DST mais comum do ânus.

 

https://youtu.be/qgLxfKtVyZo

 

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Condiloma (acuminado ou plano): o que é, como identificar e tratamento1.1.9.4.4 - O condiloma é uma lesão na região genital como consequência de uma infecção sexualmente transmissível (IST), principalmente causada pelo vírus HPV e pela bactéria Treponema pallidum, que é responsável pela sífilis. De acordo com o agente causador, o condiloma pode ser classificado em dois tipos principais:

 

  1. Condiloma acuminado, que são verrugas causadas pelo HPV dos tipos 6 e 11 e que possui aspecto semelhante a um couve-flor, principalmente quando existem várias verrugas no mesmo local;
  2. Condiloma plano, que são lesões associadas com a sífilis secundária e que correspondem a lesões grandes e acinzentadas que podem aparecer não só na região genital e anal, mas também em regiões de dobras.

 

A maioria das pessoas sexualmente ativas terá contato com o HPV em algum momento de suas vidas. Após o início sexual, em idades jovens, há alta taxa de infecção, onde os estudos mostram intensa prevalência do vírus; há relatos de que após 2 anos do início sexual, 50% das mulheres já apresentam teste positivo para a presença do DNA de HPV. Porém a maioria destas infecções apresentam caráter transitório, onde há clareamento do vírus em torno de 2 anos. Cerca de 10% das mulheres não apresentam clareamento, o que torna a infecção persistente. São estes casos de infecção persistente por tipos oncogênicos de HPV que leva a mulher a um maior risco de desenvolver lesões precursoras ou câncer de colo uterino. Em estudos de coorte, a persistência do tipo 16 do HPV por 10 anos, leva a uma incidência cumulativa de 17% em desenvolver NIC III ou câncer.

 

1.1.9.4.4.1 - Relação dos Tipós de Vírus HPV.

 

As pesquisas sugerem, que há um grande déficit no conhecimento a respeito do HPV e que, muitas vezes, há pouca qualificação do que se sabe, favorecendo, assim, muito além dessas percepções errôneas, ações com risco potencial à saúde, inclusive a do parceiro. Ter conhecimento de que HPV é um vírus transmitido, principalmente, por via sexual, com potencial cancerígeno, que pode ser evitado através da vacina e de medidas protetivas nas relações sexuais, e que, por meio do exame do Papanicolau, é feito o rastreio das alterações virais e do câncer de colo uterino, seria um patamar mínimo de conhecimento para a população.

 

Dessa forma, o desenvolvimento de estratégias voltadas para a saúde pública, com enfoque na prevenção e limitação de agravos, como a inclusão de ações visando qualificar o grau de conhecimento sobre HPV, pode ser a chave para estase do ciclo da doença. É importante ressaltar o papel fundamental do marketing na elaboração de políticas públicas, utilizando táticas que despertem tanto o interesse pelo tema quanto atinjam direta ou indiretamente um público amplo, principalmente a população destacada ao longo deste discurso com menor conhecimento sobre o tema, isto é, homens, indivíduos com baixa escolaridade e baixo nível socioeconômico.

 

"HPV" é a sigla em inglês para papilomavírus humano. Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem mais de 150 tipos diferentes de HPV, sendo que cerca de 40 tipos podem infectar o trato ano-genital.

 

É importante relatar e advetir que notada a presença de lesões na região genital e que podem ser indicativas de infecção sexualmente transmissível, o ginecologista, urologista ou infectologista seja consultado para que seja feito o diagnóstico e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.

 

A infecção pelo HPV é muito frequente, mas transitória, regredido espontaneamente na maioria das vezes. No pequeno número de casos nos quais a infecção persiste e, especialmente, é causada por um tipo viral oncogênico (com potencial para causar câncer), pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras, que se não forem identificadas e tratadas podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

 

Pelo menos 13 tipos de HPV são considerados oncogênicos, apresentando maior risco ou probabilidade de provocar infecções persistentes e estar associados a lesões precursoras. Dentre os HPV de alto risco oncogênico, os tipos 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero.

 

Já os HPV 6 e 11, encontrados em 90% dos condilomas genitais e papilomas laríngeos, são considerados não oncogênicos.

A infecção pelo HPV se dá por acesso do vírus à membrana basal do epitélio, por meio de microtraumas que ocorrem na relação sexual, ou entrada do mesmo na zona de transformação do colo uterino. Nos HPV de baixo risco, seu DNA se mantém na forma circular sem ocorrer integração ao DNA celular, conhecida assim a forma epissomal. Ele se replica no interior do núcleo da célula hospedeira.

 

1.1.9.4.4.1.1 Tipos de HPV.

 

Existem cerca de 200 tipos de HPV descritos, sendo aproximadamente 40 habitantes da região anogenital. Metade dos casos apresenta potencial oncogênico, estes podem promover a transformação celular, desenvolvendo lesões precursoras ou mesmo o câncer. Quando existe menos de 50% de semelhança do genoma entre tipos virais, define-se como sendo um novo tipo de HPV.

 

O papilomavirus humano (HPV) é um DNA vírus com forma icosaédrica, de 55 nm de diâmetro e composto por 8000 pares de base. O genoma apresenta forma circular, com dupla hélice de DNA e mais externamente está recoberto pelo capsídeo. É dividido em três regiões: precoce (early = genes E), tardia (late= genes L) e região regulatória contracorrente (URR). Os genes L codificam as proteínas do capsídeo viral e os genes E codificam as proteínas com funções reguladoras da atividade celular, destacando-se as oncoproteínas E6 e E7, que interferem com a função dos genes celulares supressores de tumores p53 e pRB.

 

O linfoma cutâneo epiteliotrópico, também chamada de micose fungóide, é a manifestação dermatológica mais comum de linfoma de células T (um tipo de linfócito), na qual os linfócitos neoplásicos tem um tropismo (preferência) pelo epitélio (pele). Os HPV são espécie específicas, podendo infectar anfíbios, pássaros e mamíferos. São epiteliotrópicos, causando proliferação epitelial em pele e mucosas. Em seres humanos infectam conjuntivas, cavidade oral, laringe, árvore traqueobrônquica, esôfago, bexiga, ânus, canal anal e trato genital inferior. Localizam-se no núcleo das células do hospedeiro.

 

1.1.9.4.4.1.1.1  HPV de Baixo risco.

 

Os HPV de baixo risco, em especial o 6 e 11, são responsáveis pela manifestação dos condilomas acuminados em 90% das vezes. Estas lesões se manifestam principalmente na região vulvar, podendo ter tamanhos variáveis. Como o vírus depende da maquinária celular para se multiplicar, ele induz a duplicação celular, que começa a expressar a manifestação da infecção viral nas camadas mais superficiais do epitélio e assim passa a liberar cada vez mais partículas virais no ambiente infectado. Os HPV são divididos em dois grupos de acordo com o potencial oncogênico: baixo risco, são os tipos 6, 11, 40, 42, 43, 54, 61, 70, 72, 81, CP6 108, os quais desenvolvem os condilomas e lesões de baixo grau.

 

1.1.9.4.4.1.1.2 HPV de Alto risco.

 

A importância principal do HPV está na carcinogênese do colo uterino. Os tipos de alto risco oncogênico podem levar ao aparecimento das lesões de alto grau, as conhecidas neoplasias intraepiteliais cervicais (NIC) ou mesmo ao câncer de colo uterino, podendo ser do tipo espinocelular ou adenocarcinoma. Os HPV que mais estão relacionados com o câncer são os tipos 16 e 18, presentes em 70% dos carcinomas escamosos, seguidos pelos 31, 33, 45, 52 e 58, totalizando 89% dos cânceres epiteliais. As lesões de vagina, neoplasias intraepiteliais vaginais (NIVA) e vulva (NIV), menos frequentes que as de colo, também são induzidas principalmente pelos HPV de alto risco oncogênico. Vale ressaltar que no Brasil, o câncer de colo uterino é a terceira causa de neoplasia entre as mulheres, com taxas de 15 casos/100.000 mulheres ao ano. E 100% dos casos são de etiologia HPV-induzida. Na infecção provocada por HPV de alto risco oncogênico, o genoma perde sua forma circular e se integra ao DNA da célula hospedeira. A partir daí, o vírus passa a expressar suas oncoproteínas, sendo que a E6 inibirá a proteína supressora de tumor p53, e a E7 inibirá a pRb. Isto promoverá a imortalização celular. Como conseqüência, a depender da condição de cada indivíduo, ocorrerá o aparecimento das lesões precursoras ou mesmo o câncer. Os HPV de alto risco são os tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68, 73, 82.

 

1.1.9.4.4.1.1.3 DIAGNÓSTICO DA INFECÇÃO PELO HPV.

 

Como referenciado em parágrafo anterior Na infecção latente os testes biomoleculares detectam a presença do DNA do vírus. Os testes comerciais existentes são a captura de híbridos e o PCR. O objetivo é identificar a mulher que seja portadora do HPV oncogênico, pois esta apresenta risco de desenvolvimento das lesões de alto grau ou câncer. As mulheres que devem ser submetidas a este teste são aquelas que apresentam idade entre 25-30 anos ou mais, como exame de rastreamento; mulheres abaixo desta faixa etária não devem ser submetidas a pesquisa de DNA-HPV, pois há alta prevalência de infecção por HPV nas jovens, infecção esta que terá clareamento espontâneo. A pesquisa de DNA-HPV também está bem indicada em mulheres com citologia revelando atipia de células escamosas de significado indeterminado (ASCUS), pois assim estratificam aquelas que necessitam ou não da colposcopia. A positividade do teste indica a realização do exame de colposcopia para identificar a lesão e dirigir o melhor local para a biópsia. Em mulheres que foram anteriormente tratadas com conização por lesão de alto grau do colo uterino, também está indicada a realização do teste. A negativação do teste de DNA-HPV significa clareamento da infecção e confere prognóstico melhor com alto valor preditivo negativo. Quando positivo, as taxas de recidiva são maiores.

Na infecção sub-clínica o exame que identifica alteração morfológica inicial da célula é a citologia oncótica cérvico-vaginal (exame de Papanicolaou). As alterações provocadas pela infecção do HPV incluem coilocitose, disqueratose e discariose nas lesões de baixo grau, sendo os achados agravados com alterações nucleares mais pronunciadas e células com citoplasma escasso nas lesões de alto grau. A terminologia citológica vigente usada é o Sistema de Bethesda (2014) a qual pode ser consultada nos sites:

  1. https://bethesda.soc.wisc.edu;
  2. https://www.cytopathology.org/ .

 

1.1.9.4.4.1.1.3.1 As neoplasias intraepiteliais recebiam classificação de acordo com o grau de acometimento por células atípicas na espessura epitelial. Na neoplasia grau I, a atipia acomete 1/3 da espessura epitelial, na grau II, 2/3 da espessura epitelial e na grau III, toda a espessura epitelial está acometida por atipia. Esta descrição segue o mesmo critério para colo (NIC), vagina (NIVA) e vulva (NIV).  Hoje há uma tendência de utilizar nova terminologia, LAST (lower anogenital squamous terminology), onde a lesão grau I, passa a ser chamada baixo grau e as lesões grau II e III, alto grau. A lesão grau II apresenta comportamento heterogêneo, ora tem boa evolução com regressão espontânea, ora má evolução com progressão. Por este motivo nesta nova classificação, sugere-se estudo imunohistoquímico da p16 nas lesões de grau II; esta análise caracteriza o comportamento biológico das mesmas, podendo ser classificada assim com baixo grau quando a p16 é negativa, ou alto grau quando positiva.

 

1.1.9.4.4.1.1.3.1.1 Referências.

 

  1. Patologia do Trato Genital Inferior - diagnóstico e tratamento, 2a. edição. São Paulo: Roca. 2014.

 

  1. Doenças do Trato Genital Inferior - Coleção Febrasgo. Rio de Janeiro: Elsevier. 2016.

 

  1. Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero, 2a. edição revisada www1.inca.gov.br/inca/Arquivos/DDiretrizes_para_o_Rastreamento_do_cancer_do_col o_do_utero_2016_corrigido.pdf.
  2. Bethesda Systen. https://bethesda.soc.wisc.edu e https://www.cytopathology.org/

 

  1. LAST terminology. http://www.archivesofpathology.org/doi/pdf/10.5858/arpa.LGT200570?code=coap-site.

 

  1. Terminologia Colposcópica Rio 2011. http://www.colposcopia.org.br/laudo

 

1.1.9.4.4.1.2 Tipos de HPV de Alto Risco.

 

O HPV genital é um vírus comum. Alguns doutrinadores médicos sugerem que que este vírus é quase tão comum quanto o vírus do resfriado. Existem tipos de HPV que foram apontados como associados a câncer dos órgãos genitais tanto em homens como em mulheres.  Podemos conceituar como tipos de "alto risco" porque podem causar a doença Ressalte-se que provocam mudanças de baixo grau e alto grau nas células cervicais assim como condições pré-cancerígenas. Os profissionais da medicina, médicos,  estão mais atentos com as mudanças de alto grau e os pré-cânceres uma vez que estas tendem a se transformar em câncer com o tempo.

 

1.1.9.4.4.1.2.1 Podem classificar que os tipos de Vírus - HPV de alto risco mais comuns incluem:

 

          HPV-16.

          HPV-18.

          HPV-31.

          HPV-35.

          HPV-39.

          HPV-45.

          HPV-51.

          HPV-52.

          HPV-58.

 

O HPV genital é especialmente comum entre jovens. Um estudo realizado em 2011 indicou que 45% das mulheres entre 20 e 24 anos tinham um alto risco de HPV. Além disso, entre os jovens de 14 a 19 anos, 25% tiveram um alto risco de HPV. Não há teste de HPV para os homens, embora estudos mostrem que 1 em cada 3 homens (com 18 anos ou mais) são positivos para os tipos de HPV de alto risco.

 

1.1.9.4.4.1.2.2 – Bibliografia temática.

 

  1. Babbie E. Survey research methods 10th ed. Belmont: Wadsworth Publishing; 2004.

 

  1. Bethesda Systen. https://bethesda.soc.wisc.edu e https://www.cytopathology.org/

 

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  2. 38

 

  1. Brasil. Ministério da Saúde (MS). PCAP: Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira, 2008 Brasília: MS; 2011.

 

  1. Chaves JHB, Vieira TKB, Ramos JS, Bezerra AFS. Peniscopia no rastreamento das lesões induzidas pelo papilomavírus humano. Rev Bras Clin Med 2011; 9(1):30-35.

 

  1. Cirino FMSB, Nichiata LYI, Borges ALV. Conhecimento, atitudes e praticas na prevenção do câncer de colo de útero e HPV em adolescentes. Esc Anna Nery Rer Enferm 2010; 14(1):126-134.

 

  1. Conti FS, Bortolin SB, Kulkamp IC. Educação e promoção à saúde: Comportamento e conhecimento de adolescentes de colégio público e particular em relação ao Papiloma Virus Humano. J Bras Doenças Sex Trans 2006; 18(1):30-35.

 

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  2. Costa LA, Goldenberg P. Papilomavírus Humano (HPV) entre Jovens: um sinal de alerta. Saúde Soc 2013; 22(1):249-261.

 

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  1. Doenças do Trato Genital Inferior - Coleção Febrasgo. Rio de Janeiro: Elsevier. 2016.

 

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  1. Eduardo KGT, Moura ERJ, Nogueira PSF. Conhecimento e mudanças de comportamento de mulheres junto a fatores de risco para câncer de colo uterino. Rev Rene 2012; 13(5):1045-1055.

 

  1. Fedrizzi EN. Epidemiologia da infecção genital pelo HPV. Rev Bras Pat Trato Gen Inf 2011; 1(1):3-8.

 

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  2. Francis SA, Nelson J, Liverpool J, Soogun S, Mofammere N, Thorpe Junior RJ . Examining attitudes and knowledge about HPV and cervical cancer risk among female clinic attendees in Johannesburg, South Africa. Vaccine 2010; 28(50):8026-8032.

 

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  2. » www.cidades.ibge.gov.br

 

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  2. » http://tabnet.datasus.gov.br/tabdata/LivroIDB/2edrev/f22.pdf

 

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