Protocolo 17.151.048 – 2021. 2021-06-20, às 10:53:23am

Protocolo 17.151.048 – 2021. 2021-06-20, às 10:53:23am Análise da web de classe empresarial. Apresentada na plataforma de nível internacional do Google.
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terça-feira, 25 de maio de 2021

1.1.9.3.2.1.1.1 – Com base em informação governamental se apresenta “a taxa de letalidade entre os casos hospitalizados variou de 1,0 a 4,3 no período de 2006 a 2016”.

 

1.1.9.3.2.1.1.1 – Com base em informação governamental se apresenta “a taxa de letalidade entre os casos hospitalizados variou de 1,0 a 4,3 no período de 2006 a 2016”.

 

No Brasil no período entre 2012 a 2017 foram notificados 602.136 casos de varicela no Brasil, a região sul notificou o maior número com 199.057 (33 %) dos casos, seguindo a região sudeste com 189.249 (31,4%), enquanto a região norte notificou apenas 40.325 (6,6%). (Tabela 1).

Em 2013, destaca-se o ano com o maior registro de casos de varicela, com 197.628 (32,8%) casos, e em 2017 o menor número de registros, com 11220 (1,8%) casos, sendo dados parciais. A média de casos notificados neste período foi de 100.356 casos.

Na tabela 2 a faixa etária com a maior frequência de casos notificados foi de 1 a 4 anos com 227.660 (37,8%), seguido a faixa etária de 5 a 9 anos com 179.592 (29,8%). O menor registro foi observado em pessoas > 50 anos com apenas 4.081 (0,68%) casos.

No período de 2012 a 2017 foram registradas 38.612 internações por varicela no Brasil, o maior número ocorreu em 2013 com 9.553 (24,7%) e em 2017 apenas 1.793 (4,6%) internações até junho de 2017, com a média  de 6.435 casos (Tabela 3). A faixa etária com o maior número de internação foi > 50 anos com 12.455 (24,1%), seguidas pela faixa etária de 1 a 4 anos com 9.328 (24,1%) casos e o menor registro foi em pacientes com 15 a 19 anos, 1.099 internações(1,5%). (Tabela 4).

No Brasil, no período de 2012 a 2016, foram registrados 649 casos de óbitos por varicela com ou sem outras complicações (Tabela 5), com destaque na faixa etária de 1 a 4 anos com 217 (33,4%).

Em 2012 foi registrado o maior número de óbitos por varicela com 176 (27,1%) enquanto que nos anos de 2015 e 2016 foram registrados os menores números casos com 81 ( 12,4%) e 76 (11,7%) respectivamente  (Tabela 5).

1.1.9.3.2.1.1.1.1 – Tabela de casos notificados de varicela, segundo regiões. Brasil, período de 2012 a 2017.

Tabelas-Varicela-07072017.pdf (saude.gov.br)

 

1.1.9.3.2.1.1.1.2 – Tabela de casos notificados de varicela, segundo faixa etária. Brasil, período de 2012 a 2017.

Tabelas-Varicela-07072017.pdf (saude.gov.br)

 

1.1.9.3.2.1.1.1.3 – Tabela de internações por varicela segundo a faixa etária. Brasil, período de 2012 a 2017.

Tabelas-Varicela-07072017.pdf (saude.gov.br)

 

1.1.9.3.2.1.1.1.4 – » Tabela de internações por varicela segundo regiões. Brasil, período de 2012 a 2017.

Tabelas-Varicela-07072017.pdf (saude.gov.br)

 

1.1.9.3.2.1.1.1.5 – Tabela de óbitos por varicela com ou sem complicações, segundo a faixa etária. Brasil, período de 2012 a 2016.

Tabelas-Varicela-07072017.pdf (saude.gov.br)

1.1.9.3.2.1.1.1.6 – Protocolo recomenda: Indicações para a vacinação da catapora (varicela).

        I.            População indígena a partir de quatro anos de idade.

     II.            Surto hospitalar da doença: vacinar, até cinco dias após o surto, crianças maiores de 9 meses de idade que tenham imunidade baixa e que estejam dentro do hospital e demais pessoas que estejam suscetíveis.

   III.            Profissionais de saúde, cuidadores e familiares suscetíveis à doença que estejam em convívio domiciliar ou hospitalar com pacientes com maior risco de contrair a doença com consequências graves, como crianças com câncer, pessoas em geral submetidas à cirurgias, doadores de órgãos e células-tronco, entre outros.

  IV.            Pacientes com doenças renais crônicas.

     V.            Crianças, adolescentes e adultos infectados pelo HIV.

  VI.            Doenças dermatológicas graves.

VII.            Pessoas que fazem uso crônico de ácido acetilsalicílico (aspirina). Recomenda-se suspender o uso por seis semanas apos a vacinação.

É nosso dever no exercício da cidadania combater as:

Saúde sem Fake News

O Ministério da Saúde, disponibilizar um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. Qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. Fake News (saude.gov.br)

Qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. O número é ( 61)99333-8597.

1.1.9.3.2.1.1.1.6.1 – SAÚDE SEM FAKE NEWS. TERMO DE USO: O canal SAÚDE SEM FAKE NEWS é um canal do Ministério da Saúde, de recebimento e envio de mensagens instantâneas, via WhatsApp, para combater as chamadas “Fake News” sobre saúde. Por meio do número (61) 99289-4640, qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente  mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, ou seja: se é verdadeira ou falsa. saude-sem-fakenews-termos-de-uso.pdf

1.1.9.3.2.1.1.2 – Varicela - Referência bibliográfica.

1. ANVISA. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Portos+Aeroportos+e+Fronteiras/Publicacao+Portos+Aeroportos+e+Fronteiras/Varicela   Acesso em 22 de maio de 2021.

2. Bricks, LF; Resegue, R. - Pediatria São Paulo <Varicela-Zoster: Nova Perspectiva de Controle para uma Antiga Doença , 18(3): 134-145 - 1996. Disponível em: < http://www.saudesaude.com.br/saudesaude/arquivo.php?Numero=14  Acesso em 30/04/2021.

3. Características da Varicela, 2012. Disponível em: http://www.sbp.com.br/show_item2.cfm?id_categoria=52&id_detalhe=4044&tipo_detalhe=s  Aceso em 10 de maio de 2021.

4. Carvalho, E - Jornal de Pediatria - volume 75 - número 6 - Nov/Dez 1999 - Varicela no Brasil - Importância e Epidemiologia. Disponível em: < http://www.saudesaude.com.br/saudesaude/arquivo.php?Numero=14  Acesso em  30/04/2021.

5. Carvalho, Eduardo; Martins, RM - Jornal de Pediatria - volume 75 - suplemento 1 (junho e agosto), 1999 - s126.  Disponível em:  http://www.saudesaude.com.br/saudesaude/arquivo.php?Numero=14   Acesso em 30/04/2021

6. INFORME TÉCNICO - VARICELA / 2003 . Disponível em: ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/resp/if_varicelaset03.pdf  Acesso em 20 de maio de 2021.

7. Kamiya, H; Ito, M - Current Opinion in Pediatrics - Update on Varicella Vaccine - 1999, 11:3-8. Disponível em: http://www.saudesaude.com.br/saudesaude/arquivo.php?Numero=14  Acesso em 30/11/2012

8. LEÃO, Ênnio. Pediatria ambulatorial. 4. ed. Belo Horizonte: COOPMED/UFMG, 2005. 1034 p.

9. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos - VacinaTetraviral (Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela) – Agosto 2012. Disponível em http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Relatorio_VacinadeVaricela_CP.pdf  Acesso em 22 de maio de 2021.

10. Protocolo de Varicela, 2011. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS - SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE - SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA e PROTEÇÂO A SAÚDE Disponível em: http://www.ufjf.br/hu/files/2012/08/protocolo-varicela.pdf  Acesso em 20 de maio de 2021.

11. Varicela – Fiocruz, 2012. Disponível em http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/catapora.htm

em 10 de janeiro de 2013.

12. Varicela. Disponível em:  http://www.bio.fiocruz.br/index.php/varicela-sintomas-transmissao-e-prevencao  Acesso em 22 de maio de 2021.

13. Varicela. Disponível em:  http://www.proteste.org.br/saude/nc/noticia/mitos-e-verdades-sobre-a-catapora Disponível em: http://site.medicina.ufmg.br/observapedforum/category/varicela

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